quarta-feira, 4 de setembro de 2013

41ª FEIRA DE TURISMO DAS AMÉRICAS EM SÃO PAULO

O Rio Grande do Norte vai estar presente, a partir desta quarta-feira (4) até 8 de setembro, no maior evento de turismo da América Latina. A 41ª edição da ABAV (Feira de Turismo das Américas) que será realizada no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo. e pode bater todos os recordes de público e de fechamento de negócios. A estimativa dos organizadores é de que mais de 82 mil pessoas participem do evento. 
A 41ª edição da referida feira é considerada o maior evento internacional de negócios do setor de viagens e turismo do Continente e do Hemisfério Sul. ABAV 2013 ocupará aérea total de 58,2 mil metros quadrados, com a participação de mais de 60 países e dos destinos turísticos nacionais de todas as regiões do Brasil, mais de 2.700 expositores estão confirmados.O evento prevê receber mais de 28 mil profissionais do setor nos dias 4, 5 e 6 de setembro, das 12h às 19h, além dos mais de 50 mil visitantes no final de semana (7 e 8 de setembro), das 13h às 20h, quando a feira ABAV estará aberta, pela primeira vez, ao público consumidor final.

PRESENÇA DO ARTESANATO DO RN
O Artesanato Potiguar participa da 41ª Feira de Turismo das Américas com o apoio do Governo do Estado, através da SETHAS/PROARTE e Governo Federal. No estande do Artesanato Potiguar estão sendo expostos e comercializados produtos artesanais de vários municípios e regiões do Estado. O Artesanato em crochê e fuxico de Boa Saúde, o bordado do Seridó, a cerâmica de São Gonçalo, a renda de bilro de Monta Negra e  de Alcaçus/Nízia Floresta fazem parte dos produtos que foram levados para o referido evento.


Artesãs de Boa Saúde confeccionando uma colcha de cama de casal para a Feira de Turismo das Américas


Muita chuva na capital e no Litoral do RN

As chuvas de ontem (3), no litoral do Rio Grande do Norte, foram as maiores já registradas em um único dia do mês de setembro. A informação é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). Segundo o levantamento inicial, Natal registrou 125,6mm de chuvas, quando a média mensal para o mês de setembro é de 54,7mm.
A incidência de chuvas foi maior na área litoral sul do Rio Grande do Norte, já próximo à Paraíba. No município de Senador Georgino Avelino, foi registrado acúmulo de 216,6mm, que também é a maior chuva que já ocorreu em um dia de setembro no município.
De acordo com o coordenador de Serviços de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bistrot, desde que o sistema de monitoramento diário de chuvas começou, em 1911, essas são as mais intensas que já ocorreram durante esse período. "Sem sombra de dúvidas, as chuvas de ontem foram as mais intensas em um dia de setembro em todos os municípios do litoral sul do Rio Grande do Norte", garantiu.
As chuvas se concentraram durante a madrugada, com os maiores índices ocorrendo entre a 1h e 3h, com forte influência da brisa. O valor registrado na Estação Climatológica da UFRN foi de 125,6mm, maior valor já registrado em  todo o período de monitoramento em Natal.. Com relação à média mensal, que é de 54,7mm, setembro de 2013, em apenas quatro dias já acumulou o valor de 132,8mm.
Fonte: Tribuna do Norte
 
BARRAGEM DE BOA SAÚDE SANGRANDO
Com a intensidade das chuvas deste início de setembro, no município de Boa Saúde e na região Agreste, a Barragem de Boa Saúde está sangrando, coisa que não acontecia desde o ano de 2012. Quando isso ocorre é garantia de lazer e de oportunidade de pesca para a população. O volume de chuvas de quarta para quinta feira em Boa Saúde foi de 70 milímetros.
Foto: José Alaí (celular)
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Câmara aprova fim do voto secreto

Fonte: iG São Paulo                                                      
A Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade nesta terça-feira (3), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o voto secreto em todas as situações. Foram 452 votos favoráveis. O texto agora segue para o Senado, onde também precisa ser votado em dois turnos. A medida, se aprovada, vale não só para Câmara e Senado, mas também para Assembleias estaduais e Câmaras municipais.
A provação unânime é uma resposta à má repercussão da decisão que manteve o mandato do deputado, preso em Brasília; texto agora segue para o Senado.
Agência Câmara/Divulgação

Antes da votação, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou que a PEC era uma resposta à sociedade após a manutenção do mandato do parlamentar. Alves disse que, em seus 42 anos como deputado federal, não viu um dano maior à imagem do Parlamento do que a não cassação de Donadon . O parlamentar foi condenado por formação de quadrilha e peculato por participar de esquema de desvio da Assembleia Legislativa de Rondônia.


domingo, 1 de setembro de 2013

Previdência


“O crescimento da expectativa de vida e o recuo na taxa de fecundidade, anunciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, aumentam o tamanho do nosso desafio”. O comentário foi feito pelo ministro Garibaldi Alves Filho durante o Congresso Nacional de Direito Previdenciário, realizado em Natal. Ele observou que essa nova realidade exigirá um esforço maior, pois a tendência é que o déficit da Previdência aumente. 
De acordo com o IBGE, a expectativa de vida ao nascer atingiu 71,2 anos para homens e 74,8 anos para mulheres em 2013. Em 2041 essa idade chegará aos 80 anos. A taxa de mortalidade caiu para 6,04% em 2013.  Por outro lado, o número médio de filhos por mulher chegou a 1,77 filho por mãe, agora em 2013. Em 2020 essa taxa diminuirá para 1,61 e cairá mais ainda em 2030, chegando a 1,5 filho por mulher. 

Fonte: Tribuna do Norte

 

Charge da Tribuna do Norte deste Domingo

 
Fim da aliança entre o PMDB e o Governo do RN


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Henrique Eduardo Alves

 
 Foto g1.globo.com 
Fonte do texto: Ig São Paulo

Na lógica dos jogos do poder, Henrique Eduardo Alves é mais que um rei. É um coringa. Uma carta dessas é capaz de virar a mesa
Ao ocupar o cargo de presidente da República, no dia 8 de junho, em rápida cerimônia na Base Aérea de Brasília, o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, quase se tornou o segundo potiguar a chegar ao posto mais importante do País (antes dele apenas Café Filho, que herdou a Presidência após o suicídio de Getúlio Vargas). Quase, porque na verdade, Henrique Alves é carioca, a despeito de toda uma vida pessoal e política ligadas ao Rio Grande do Norte. Em 1948, quando ele e sua irmã gêmea e ex-deputada Ana Catarina nasceram, sua família estava no Rio de Janeiro, pois o pai Aluisio Alves defendia o mandato de deputado federal.  
Na posse, Alves fez questão de estar ao lado da noiva, a bonita advogada, jornalista e blogueira Laurita Arruda. A presidente Dilma Rousseff chegou de helicóptero, entregou o cargo e seguiu direto para Portugal. Henrique Alves, como presidente da Câmara, é o terceiro na sucessão presidencial. Com a viagem de Dilma e a visita do vice-presidente Michel Temer a Israel, saltou para o primeiro lugar. Em seu dia de estreia como presidente em exercício do Brasil, preferiu não se sentar na cadeira mandatária. Recebeu os convidados para audiências no sofá. Antigo frequentador do gabinete presidencial, notou uma diferença: “A almofada do sofá parece mais macia”. 
No mesmo dia, ao atender uma ligação de Michel Temer, em trânsito por Paris, disse, antes de ouvir qualquer coisa: “Muito obrigado pelo telefonema, Temer, mas não me peça cargos para o PMDB”. 
“É um assunto privado, particular, um dinheiro que era meu, tenho como provar. Fiz um empréstimo de R$ 100 mil. Dinheiro meu, que estava sendo conduzido”
Henrique Eduardo Alves é desse jeito – bem-humorado e agradavelmente ardiloso – e assim foi construindo uma carreira vitoriosa. Em mais de 40 anos de política, foram 11 mandatos consecutivos na Câmara, o que o faz empatar com o Senhor Diretas, como ficou conhecido o deputado Ulysses Guimarães. Na primeira eleição, era um guri de 21 anos que se candidatava pelo oposicionista MDB, em tempos de ditadura. Um ano antes, em 1969, seu pai Aluisio Alves, então governador do Rio Grande do Norte, fora cassado pelo governo militar. A eleição do jovem herdeiro de uma tradição política no Estado – só desafiada pelo clã rival dos Maia – repetiu-se em 1974 e 1978, em uma prova de que a política seria o caminho natural para o jovem advogado, conhecido pela população daquele estado como Henriquinho. 
Henriquinho é, além do diminutivo carinhoso, um trocadilho referente a seu patrimônio, que inclui o Sistema Cabugi de Comunicação, com a TV Cabugi, afiliada da Rede Globo, a Rádio Globo Natal, a Rádio Difusora de Mossoró e o jornal “Tribuna do Norte”. Em 2002, ao ser cogitado para vice de José Serra na eleição presidencial, sua vida financeira foi devassada por denúncias alimentadas pela separação de Mônica Infante de Azambuja, que conseguiu judicialmente informações a respeito das contas e de cartões de créditos do ex-marido. Entre outras, que ele teria movimentado mais de US$ 15 milhões nos paraísos fiscais de Nassau, no Caribe, na ilha Jersey, no Canal da Mancha – conhecido local de veraneio da fortuna de Paulo Maluf – e em Genebra, onde o banco suíço Union Bancaire Privée coordenaria todas as operações bancárias do deputado. 
Com o tempo as denúncias se dissiparam, enquanto outras acusações com menos dígitos voltaram a assolar o político. Em julho passado, uma misteriosa mala com R$ 100 mil reais que pertenciam a Alves foi roubada em Brasília. Segundo ele, o dinheiro era um empréstimo feito ao Banco do Brasil para amortizar a dívida da compra de um apartamento. “É um assunto privado, particular, um dinheiro que era meu, tenho como provar. Fiz um empréstimo de R$ 100 mil. Dinheiro meu, que estava sendo conduzido”, comentou. E, questionado por que não fez uma simples transferência eletrônica do valor, encerrou o assunto dizendo que “era meu direito”. 
Outra acusação que respingou no deputado tratava do uso indevido de aeronaves na FAB, quando ele voou para o Rio de Janeiro acompanhado de amigos, para assistir à final da Copa das Confederações, também em julho passado. “Veja bem. Eu fui ao Rio de Janeiro porque eu tinha uma agenda (...) com o prefeito Eduardo Paes. O avião me levou para esse compromisso. Aí qual foi, talvez, tenha sido o equívoco? (...) Como havia disponibilidade de lugares, aí levei pessoas que me acompanharam. Como aí eu identifiquei que isso talvez possa ser um equívoco a ser discutido, ainda. Preventivamente eu resolvi pagar o valor das passagens comerciais das pessoas que foram e que voltaram comigo”, defendeu-se. 
Ainda em julho a trombeta dos ataques contra o deputado voltou a soar por conta de um jantar que ofereceu aos colegas de partido que saiu por R$ 28,4 mil desembolsados pela própria Câmara. A assessoria da Presidência da Câmara considerou o gasto “baixo” e “esporádico”. 
A posição privilegiada da presidência da Câmara parece ter atiçado os ânimos de opositores ao político. Mais ainda, a luta intestina pelo poder revela os arranjos e estratégias das forças políticas brasileiras a um ano das eleições presidenciais e dos governos dos estados. No centro do poder, Henrique Alves tem papel decisivo nessas questões, basta acompanhar a discussão em torno do orçamento impositivo, sedutora proposta de emenda constitucional que o deputado defende. Ela torna obrigatória a execução financeira das emendas que deputados federais e senadores incluem todos os anos no Orçamento da União. E que, costumeiramente, destinam recursos a seus redutos eleitorais. O que significa reduzir o poder de fogo da caneta do Planalto e ampliar o controle de verbas pelos deputados e senadores. 
Tamanha influência torna Henrique Alves um homem decisivo nesse momento da história nacional. É o ápice da carreira de um político com fôlego e ambição para tornar-se titular das almofadas do Planalto. Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, pertence a um poderoso clã. Seu pai, além de deputado federal, foi governador do Rio Grande do Norte e ainda pontificou como Ministro da Administração de José Sarney e da Integração Regional de Itamar Franco. O Ministro da Previdência Garibaldi Alves Filho e o ex-senador e ex-prefeito de Natal Agnelo Alves são seus tios. Por isso mesmo, é considerado o “bacurau-mor” do Estado, como chamam os pemedebistas no Rio Grande do Norte. 
Articulado, experiente e com uma mentalidade terrivelmente analítica, Henrique Alves pode ser considerado tudo, menos ingênuo. Sua atuação política é implacável e as quase cinco décadas sobre os tapetes púrpuras da Câmara lhe ensinaram o caminho de cada gabinete e de cada ambição. Em um dia – na verdade, 41 horas consecutivas – pode defender a Medida Provisória dos Portos e, diretamente, a presidente da República. Em outro, bebe um blended com o ainda incipiente candidato à presidência Aécio Neves e se compõe para as próximas eleições presidenciais. Na lógica dos jogos do poder, Henrique Eduardo Alves é mais que um rei. É um coringa. Uma carta dessas é capaz de virar a mesa.
Comentário

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

BOLSA FAMÍLIA - ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO

Os beneficiários do Bolsa Família que não atualizaram suas informações no Cadastro Único (CadÚnico) nos últimos dois anos devem procurar, a partir deste mês  até 17 de janeiro do ano que vem, a gestão municipal do programa para fazer alterações ou confirmar os dados. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que coordena o programa, estima que 1,8 milhão de famílias estão nessa condição. Após o prazo, o benefício pode ser bloqueado.
É fundamental que as famílias procurem a rede, que pode ser o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) ou a área da prefeitura responsável pela assistência social, para atualizar as informações.